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 Investir em Fundos Imobiliários ou em Imóveis?

Os dois lados do negócio,  tradicionalmente escolhemos o mercado imobiliário para investir o dinheiro e normalmente em direção à compra de empreendimentos para aluguel ou revenda.

Os Especialistas no mercado de investimentos, porém, são praticamente unânimes na opinião de que o formato dos fundos imobiliários é mais eficiente, seguro e rentável para o investidor pessoa física, trata-se de um formato de investimento em crescimento que tende a se beneficiar quem não tem recursos para adquirir imóveis, mas quer investir neste mercado defendendo assim os fundos imobiliários.

Por outro lado que tem recursos e prefere comprar imóveis, acredita que a rentabilidade é parecida e a garantia (que é o imóvel) também se valoriza, que ajuda a aproximar ainda mais dos rendimentos esperados.

Também tem a garantia real de imóvel uma vez que nos fundos a rentabilidade são investimentos de renda variável e, portanto, ficam à mercê do cenário econômico, da oferta e da demanda. Além disso, eles são comandados por administradoras de fundos que, mesmo de boa fé, podem colocar em risco o patrimônio dos investidores com más aquisições e gastos desnecessários

Para os especialistas em fundos de investimentos, este é o momento ideal para investir em fundos imobiliários, diz.

Veja abaixo alguns motivos explanados por especialistas, para o investidor deixar de investir em imóveis e aloque seus recursos em fundos imobiliários:

- Investimento mínimo: com Fundos Imobiliários é possível comprar o imóvel em pequenas partes (chamadas de cotas) que são negociadas na B3. Com a restrição de comprar no mínimo uma cota, é possível começar a investir em imóveis com R$ 100 e desfrutar de rendimentos mensais. Enquanto em um imóvel, o mínimo, geralmente, é em torno de R$ 300 mil.

- Isenção de Imposto de Renda: todo mês, os Fundos Imobiliários distribuem 95% dos lucros entre seus cotistas. Esse valor equivale ao aluguel mensal recebido de um imóvel, com exceção de que o investidor pessoa física em FIIs é isento de Imposto de Renda. Em vez da cobrança do IR sobre o aluguel recebido, incide a cobrança de 20% de IR sobre o ganho de capital, independentemente do montante, apenas quando o investidor vende a sua cota com valorização.

 - Valorização da cota: além dos rendimentos, o investidor pode ter ganho de capital, observando o valor da cota de seu fundo no homebroker.

 - Liquidez: A negociação dos títulos de fundos imobiliários na B3 permite maior liquidez ao investidor, pois é possível a venda de partes de um imóvel. Há negociabilidade diária de muitos fundos diariamente. A venda de um imóvel pode demorar muitos meses dependendo da situação do mercado, além de toda a burocracia para efetivar a venda.

 - Diversificação: o investidor pode escolher facilmente o tipo de empreendimento e até mesmo investir em mais de um fundo, seja um shopping, um prédio comercial de alto padrão, uma escola ou até um hospital. Com imóveis, dificilmente haverá capital disponível para isso.

- Baixa volatilidade: em momentos de incertezas, como um ano de eleições, o investimento em imóvel ganha atenção por proteger o capital. Os fundos imobiliários são excelentes alternativas para o pequeno investidor porque sofrem menos volatilidade que a bolsa em anos conturbados politicamente.

- Gestão Profissional: nos fundos imobiliários, as decisões importantes dos investimentos são tomadas por um gestor especialista que estuda o mercado imobiliário de perto e tem condições de aproveitar as oportunidades.

 

Veja abaixo alguns motivos explanados por especialistas, para o investidor invista somente em imóveis e não em fundos:

- Risco: Os fundos imobiliários são investimentos de renda variável e, portanto, ficam à mercê do cenário econômico, da oferta e da demanda.

- Comando: Os fundos são comandados por administradoras de fundos que, mesmo de boa fé, podem colocar em risco o patrimônio dos investidores com más aquisições e gastos desnecessários.

- Administração: Na aquisição de um imóvel, a administração pode ficar 100% com você. Isso pode ser bom, minimizando o risco.

- Custos: Nos fundos imobiliários, pessoas físicas são isentas de IR sobre o rendimento. Contudo, as investidoras precisam arcar com alguns custos para comprar, vender e manter as cotas, a começar pela taxa de corretagem, que é definida pela própria corretora de valores. “O valor varia, mas a média é de 0,5%”, conta. Ainda na ala das cobranças operacionais estão os emolumentos, que representam uma taxa de 0,03% e são cobrados pela B3 (antiga BMF&Bovespa).

O estranho foi que, ao analisar os quadros e situações para elaboração deste artigo uma das maiores corretoras de fundos, acabam seus fundamentos assim comentando:

“Não damos nenhuma segurança ou garantia, seja de forma expressa ou implícita, sobre a integridade, confiabilidade ou exatidão dessas informações. Este relatório também não tem a intenção de ser uma relação completa ou resumida dos mercados ou desdobramentos nele abordados. Os instrumentos financeiros discutidos neste material podem não ser adequados para todos os investidores”

Portanto aconselhamos sempre analisar, analisar, analisar e analisar a melhor situação para investimentos de seu capital e sempre não arriscar tudo num fundo ou aquisição de imóvel.

De resto analise novamente e tire você mesmo as suas conclusões.


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